Trêsporcento



Cumpriram-se em 2019 os 10 anos do lançamento do EP “Trêsporcento”. Estes 10 anos viram aparecer mais três discos de originais a somar ao EP (“Hora Extraordinária”, “Quadro”, e “Território Desconhecido” - este último considerado pela Antena 3 como um dos melhores discos nacionais de 2017) e ainda um registo ao vivo (“Lotação 136”, gravado no Teatro Aberto). Em 10 anos, e com muitos singles em diversas playlists de rádios (“Elefantes Azuis”, “Cascatas”, “O Sonho”, entre outros), os Trêsporcento tocaram de norte a sul do país, passaram por festivais como o Super Bock Super Rock, o NOS em D’Bandada e o Festival do Crato e foram a Sidney.

Não é incomum ver bandas dar o trabalho por concluído ao final de 10 anos, dando lugar a outros projectos, outras formações, e outros interesses, deixando para trás legados mais ou menos relevantes. São bandas com objectivos - uma vez alcançados esgota-se o propósito que lhes esteve na origem.

Os Trêsporcento não trabalham por objectivos. O propósito que esteve na origem da banda era o processo, nunca o resultado; era o caminho, nunca o destino. Por isso a banda não acaba quando mudam as circunstâncias, reinventa-se e renasce. Se em 2009 eram 4 os músicos em palco (Tiago Esteves, Salvador Carvalho, Lourenço Cordeiro e Pedro Pedro), de então para cá a formação alargou-se permanentemente com a entrada de António Moura e João Gil, e conta com colaborações com Flak, Zé Guilherme Vasconcelos Dias e Vítor Hugo Azevedo. Esta nova dimensão ao vivo faz com que cada concerto seja uma oportunidade de reinvenção e redescoberta do prazer de estar com o público.

É por isso imprevisível o que irá acontecer nos próximos 10 anos, mas uma coisa é certa: os Trêsporcento são uma ideia que continua tão viva hoje como naquele primeiro ensaio em 2006.

Booking & Management: Pedro Valente | pedro.valente@azafama.com



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Trêsporcento

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